O Foursquare e o uso indevido das redes sociais

    Por

    01 | Sep | 10

    O motivo

    Vou começar este texto pelo fim, ou seja, pela conclusão, e esta é bem simples: estão usando as redes sociais de forma errada, de forma egocêntrica, por pura competição ou para atingir notoriedade – muitas vezes usando recursos artificiais e contrários ao espírito colaborativo e social que as redes ensejam.

    As redes sociais trouxeram um poderoso apelo à participação das pessoas na WEB: a notoriedade. A possibilidade de se fazer notar, a voz e a vez das pessoas comuns.

    Antes muito poucos tinham suas opiniões e textos publicados. Só alguns privilegiados, pelo talento ou relevância, tinham suas idéias partilhadas com milhares de outras pessoas através da mídia tradicional. Com a internet e mais especificamente com as redes sociais, a possibilidade de falar e ser ouvido se tornou real e fácil. A produção de conteúdo saiu da mão de poucos e transformou qualquer pessoa em gerador de conteúdo. Isto é incrível, o poder da comunicação foi democratizado, distendido e ampliado.

    É claro que isto gerou um volume absurdo de informação, algumas de boa qualidade, mas também muita porcaria. Filtrar se tornou um grande negócio, que diga o Google, e se destacar passou a ser um objetivo fundamental para aparecer no oceano de celebridades e informações.

    Ter 15 minutos de fama nunca foi tão fácil. Mas será que vale tudo para chegar ao Olimpo?

    Resolvi analisar este comportamento compulsivo de se fazer notar por meio da rede Foursquare. Escolhi este aplicativo por ser novo, ter pouco texto publicado sobre ele e por ser móvel – a meu ver o grande nicho de mercado dos próximos anos.

    A Pesquisa

    Fiz meu cadastro no Foursquare e comecei a usar, meio tímido e sem entender direito para que servia aquela nova rede.

    Moda? Jogo? Um diferenciador de pessoas descoladas que adotaram uma nova rede para não serem iguais, ou como dizem os geeks, para não serem orkutizadas? Não sabia ao certo.

    Naveguei nesta nova rede durante duas semanas, fiz check-ins aleatórios, conquistei algumas prefeituras e fui crescendo a minha network dentro do aplicativo. Vi com espanto como algumas pessoas se destacavam e conseguiam uma quantidade absurda de pontos e prefeituras e decidi ir mais fundo, mergulhar, para poder entender e escrever sobre o tema.

    Durante uma semana, tempo limite para a contagem de pontos do Foursquare (todo domingo à noite a rede zera os pontos acumulados durante a semana) eu virei um hard user da rede social. Queria entender o mecanismo e averiguar como alguns usuários conseguem tantos pontos na competição interna de rede social de geolocalização.

    Para isto, me vi obrigado a burlar o sentido do aplicativo e usá-lo exaustivamente, abusando das possibilidades do mesmo, dentro do limite das regras técnicas de check-ins.

    Em uma semana conquistei o 1º lugar disparado no grupo de pessoas cadastradas na minha rede, e cheguei a figurar como o 74º de maior pontuação no mundo (em um universo de 600 mil). Tudo isto para descobrir o óbvio. A competição e o ego, muitas vezes superam a beleza do conceito que foi proposto para o foursquare.

    O Foursquare

    O que é

    Foursquare (quadrado em inglês, uma gíria para o jogo escolar queimada) é um serviço de geolocalização, ou seja, uma rede social que agrega as pessoas e empresas em função de sua localização geográfica.

    Ele permite que você indique onde está através de um aplicativo no seu celular. Você abre o aplicativo e uma lista de lugares próximos a você surge. Você marca onde está no momento e, se desejar, escreve alguma dica (tip) sobre o local. Desta forma você indica o lugar em que está, escolhe se vai avisar seus amigos e se quer que esse evento apareça no Twitter ou no Facebook.

    A ação de assinalar sua estada em um lugar é denominada check-in. Ao efetuar o check-in você ganha pontos. Como já mencionei, você também pode ler dicas de outras pessoas sobre o lugar e escrever suas próprias impressões.

    As dicas (tips) são deixadas por qualquer usuário e servem para você consultar as informações de um estabelecimento antes de decidir visitá-lo. Elas também ficam disponíveis no site do foursquare. Você também pode adicionar suas próprias dicas e facilitar a vida das próximas pessoas que passarem por ali. Se gostar muito de alguma dica você pode adicioná-la numa lista (To Do).

    O objetivo é descobrir serviços e lugares públicos ao seu redor, como restaurantes, bares, livrarias e lojas. Como o carro-chefe do Foursquare é o celular, já há aplicativos exclusivos para os principais players do mercado de mobile, como iPhone, Blackberry, Palm e celulares com o sistema operacional Android, do Google.

    O Foursquare atingiu o número de 3 milhões de usuários, que fazem muito mais do que 400 mil check-ins por dia; são usuários engajados, principalmente em função da competição, e os chamados primeiros adotantes que naturalmente gostam de novidades tecnológicas.
    No Brasil, 55% dos checkins ainda acontecem em São Paulo; as cidades seguintes no ranking são Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Campo Grande, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Niterói.

    O Foursquare é hoje o aplicativo de geolocalização mais popular no mundo, batendo de frente com o Gowalla.

    Dinâmica de adoção

    Tudo que funciona na WEB depende de conteúdo. Pode parecer simples, mas todo o valor agregado das principais mídias e redes sociais é baseado em conteúdo, fotos, textos, vídeos, apresentações, etc. A melhor e mais eficiente maneira de gerar conteúdo para a web é a colaboratividade, ou, em outras palavras, estimular que as pessoas e empresas coloquem conteúdo espontaneamente na rede.

    YouTube, Twitter, Facebook, todas as redes funcionam assim. O próprio Google só existe devido à enorme quantidade de conteúdo existente na internet. Quanto mais conteúdo, mais audiência, quanto mais audiência, mais pessoas e empresas que geram mais conteúdo e assim sucessivamente.

    Com o Foursquare a dinâmica é exatamente a mesma: quanto mais pessoas fizerem check-ins, mais conteúdo e informação serão gerados, mais estabelecimentos serão mapeados e mais pessoas aderirão ao aplicativo. Portanto ele precisa estimular as pessoas a fazerem check-ins. A cada novo check-in, as pessoas estão contribuindo e alimentando a rede.

    O mecanismo escolhido pelo aplicativo para estimular a inserção de conteúdo foi um jogo, uma competição, onde as pessoas ganham pontos toda vez que fazem seus check-ins. Quanto mais você faz check-in mais ganha ponto, é progressivo. O primeiro check-in do dia gera um ponto, o segundo gera dois pontos e assim indefinidamente. À meia-noite esta progressão recomeça, a pessoa acumula os pontos do dia anterior, mas começa no dia seguinte com o check-in número 1. Isto vale por uma semana. Domingo à noite todos os pontos são zerados e segunda-feira recomeça uma nova competição, com todos no mesmo patamar.

    O aplicativo oferece alguns bônus justamente para estimular que novos locais sejam descobertos e cadastrados. Quando você faz check-in em um local que nunca foi, ou cadastra um local ainda não explorado, por exemplo, você ganha pontos extras.

    Quando uma pessoa é assídua a um mesmo lugar, ou seja, quando ela é a que mais possui check-ins em um mesmo local, ela se torna prefeita deste lugar, o chamado mayor. O mayor tem algumas vantagens reais, como o poder de editar informações do local (somente quem inclui o local pela primeira vez e o mayor podem editar as informações daquele local). Em alguns casos, o mayor recebe cortesias ou descontos, desde que o local use o Foursquare para promover seus serviços.

    Bônus à parte, o grande motivador é mesmo emocional, é o simples fato de ser o mayor, o maior, o prefeito, o mais popular. É o prazer de ganhar o jogo.

    Nisso o Foursquare foi genial. Usou o mesmo mecanismo de estímulo dos games e colocou em uma ferramenta de geomarketing. Jogar, torcer e competir é viciante e faz parte de nossa dinâmica social. Basta ver uma criança jogando por horas no PS2 sem ter ao final nenhuma recompensa concreta para entender o potencial imenso dos jogos.

    O Poder do Mayor

    Na verdade qualquer usuário pode adicionar um local, não precisa ser o dono ou responsável. Inclusive pode inventar locais como constatei em minha pesquisa.
    Se no momento do cadastro você não preencher o endereço e a categoria corretamente, esses dados podem ser adicionados/corrigidos posteriormente pela web. Vale lembrar que apenas quem incluiu ou o mayor (prefeito) do lugar podem alterar esses dados. A não ser que você seja um Superusuário (ter o badge Superuser não significa que você seja um superusuário com poderes de edição de dados).

    Como é o mayor quem cuida dos dados do seu lugar no Foursquare então é bom tratá-lo bem. Alguns locais nos Estados Unidos oferecem promoções para os mayors ou para outras pessoas que já fizeram um determinado número de check-ins no local.

    Recapitulando

    Cada vez que você chega a algum lugar no Foursquare você ganha pontos. Esses pontos criam um ranking entre você e os seus amigos e outro ranking entre todos na mesma cidade.

    Se você é o usuário que mais vezes esteve em algum lugar você se torna mayor (prefeito) daquele local, com direito a cuidar do lugar no site do Foursquare, onde pode editar o endereço, o local no mapa, adicionar categoria, etc.

    Conforme você se torna um usuário mais ativo você vai colecionando badges. De acordo com os seus hábitos e frequência, são como pequenos troféus do jogo.

    Pra quem gosta de games e competição o Foursquare cria um clima de disputa entre você e seus amigos. O Foursquare incentiva as pessoas a saírem e conhecerem os lugares.

    Como o ranking é zerado toda semana você tem de estar em constante movimento para aparecer em destaque. A sua coleção de badges é pra sempre, então também serve para “impressionar”, mostrando o que você conseguiu coletar nas semanas passadas.

    Mas para que serve? Por que pessoas e empresas aderem?

    São 4 as funções básicas do Foursquare.

    Aproximar as pessoas. Você monta uma rede particular de amigos no aplicativo e toda vez que chega a um lugar e faz um check-in, você avisa a elas onde está. Exemplo: você vai almoçar, não tem companhia e não quer comer só, então entra no aplicativo e verifica onde seus amigos estão naquele momento.

    Informar e conhecer lugares novos. Exemplo: você viaja e não sabe qual bar escolher. Imagina uma rua cheia de bares e você não sabe qual visitar. Ao rodar o Foursquare dá para conferir as especificações de cada ambiente e o que está rolando lá naquele exato momento. Também funciona como informador de promoções. Uma loja pode colocar uma promoção no aplicativo e quando as pessoas em um shopping acessarem o Foursquare elas vão saber desta informação.

    Promover. Grandes empresas como Pepsi e Intel já realizam ações pelo Foursquare. Restaurantes e bares dão descontos para a clientela fiel que faz muitos check-ins. Para lançar sua nova comédia How To Make It in America, a HBO criou uma parceria que estimulava os usuários a conhecerem ambientes de Nova York que serviam de locação para a série.

    Algumas empresas fazem promoções maiores para estimular a visitação em suas lojas ou evento, como a Starbucks e a Intel que oferecem badges exclusivos. Ou ações de branding em páginas muito visitadas, como o ranking de Nova Iorque patrocinado pela Pepsi.

    Dar voz às pessoas. É veículo para milhares de pessoas, que desejam fazer parte de um grupo, externarem seu hobby. Com o aplicativo a pessoa pode virar crítico gastronômico, caçador de descontos, descolado, baladeiro, guia turístico, promoter, enfim o céu é o limite.
    O uso indevido e a conclusão da pesquisa

    Estão abusando do aplicativo, aliás, como muitas pessoas fazem em outras redes sociais.

    O objetivo do Foursquare está sendo deturpado e as pessoas estão usando simplesmente como um jogo, muitas vezes por pura diversão e farra, e também muitas vezes como inflador de ego, por vaidade. Afinal, ter o maior números de pontos e ser o maior prefeito da sua cidade dá uma certa notoriedade, certo?

    Mas, como tudo na vida, o excesso é perigoso e pode ser um tiro no pé. Em vez de admiração e prestígio, a pessoa que quer a todo custo se destacar pode ser rotulada negativamente, como vaidoso, ambicioso e sem valores concretos.

    Na pesquisa verifiquei que muita gente estava forçando a barra, pois conseguia estar em dois locais quase ao mesmo tempo, fazendo check-ins em 30 lugares em um mesmo dia. E isto durante sete dias consecutivos.

    A não ser que você seja carteiro ou motorista de táxi, não tem como, de forma racional e sadia, você ter freqüentado, por mais de 15 minutos, todos os dias, mais de 15 lugares.

    Para exemplificar fiz um roteiro racional e hipotético de uma semana radical de uma pessoa superocupada. Vamos identificar com CK os check-ins feitos, ok?

    Sair de casa e deixar o filho no colégio (1CK), depois tomar café da manhã fora (2CK), seguir para reunião de trabalho (3CK), em seguida visitar um novo cliente (4CK). Ainda de manhã ir almoçar com amigos (5CK), depois do restaurante tomar um café em outro lugar (6CK). Isso correndo, atrasado para a terceira reunião de trabalho, a primeira da tarde (7CK). Depois a segunda reunião da tarde (8CK). Depois de um dia cheio, uma passada no shopping (9CK) para comprar uma blusa (10CK), tomar um café (11CK) e seguir para casa (12CK), pegar a esposa para jantar fora (13CK). UFA! 13 paradas em um dia lotado de compromissos. Agora imagine este ritmo todos os dias, café, almoço, jantar, shopping, café, 4 reuniões por dia. Para completar a semana inclua que você irá 3 vezes ao supermercado, 2 vezes a farmácia (você é hipocondríaco), 2 vezes ao banco e 3 vezes ao posto. Isto tudo somaria 101 checkins por semana. 101! Uau! Muito, não?

    Pois bem, para testar e entender o que os outros estavam fazendo eu fiz, em uma semana, 168 check-ins e somei 1.900 pontos! O normal de uma pessoa ativa é somar entre 250 e 350 pontos. Eu atingi o primeiro lugar entre os meus seguidores, que estão entre os que mais participam em Fortaleza, e fiquei na incrível posição 74 no mundo!

    Isto mesmo, fiquei entre os top 100 do mundo, entre 600 mil usuários. Outros competidores tiverem desempenho alto, com mais de 180 check-ins. Caros, isto não é normal.

    Mas como isto é possível? Vamos lá destrinchar o bicho.

    O mecanismo permite que você dê até 3 check-ins no espaço de 1 hora. Como a cada check-in você ganha pontos e estes vão aumentando, quanto mais check-in você der mais pontos você ganha. Além disto, incluir lugares novos, ainda não cadastrados gera um ganho extra de 5 pontos. Ir a um lugar pela primeira vez também gera um bônus extra de mais 5 pontos.

    Para ganhar muitos pontos e ser o primeiro, as pessoas estão cadastrando lugares insólitos, como semáforo, cajueiro, margem do rio, beira da praia, etc. E estão fazendo check-in em lugares que não frequentam normalmente, só para conseguir bônus.

    Outra prática recorrente é fazerem check-in fantasma, ou seja, a pessoa se encontra em 1 local e faz check-in em 3. Como o Foursquare permite o check-in estando a até 300m de distância, tudo neste raio pode ser capturado para sua pontuação. Exemplo de Fortaleza: você chega à Livraria Cultura, faz check-in lá, e como está perto, faz também no Montmartre e no café 3 Corações, sem sair do lugar. Para não ficar feio alguns usam um recurso do aplicativo que esconde onde estão, um mecanismo de proteção e privacidade chamado Off the grid.

    Testei estas artimanhas e consegui virar prefeito de 26 lugares, incluindo a prefeitura insólita de um vôo da TAM, o JJ 3891.

    Quando a ferramenta é usada assim, ela fere todos os objetivos do aplicativo, que é agregar pessoas, encontrar amigos e descobrir e informar sobre locais bacanas.

    Por isto sugiro cautela e bom senso quando for usar o Foursquare. Aliás, esta ou qualquer outra rede social. A gente não tem que estar em todas as novidades da web, mas só naquelas que façam sentido, que agreguem alguma coisa positiva para nossas vidas.

    Depois de uma overdose de Foursquare fiquei com uma ressaca moral absurda. Estou dando um tempo no aplicativo, mas certamente vou voltar, só que de forma responsável e seguindo os preceitos corretos a que se propõe a rede.

    Além da pesquisa de campo, outras fontes de pesquisa foram uitilizadas:

    Blog interney – www.interney.net

    Portal www.baixaki.com.br

    Livro A Revolução das Mídias Sociais – André Telles

    * * * * * 1 votos.


Comentários (13)

  • [...] This post was mentioned on Twitter by João Bosco Couto, João Bosco Couto. João Bosco Couto said: O Foursquare e o uso indevido das redes sociais http://bit.ly/94o3TK via @AddToAny [...]

  • Assis Barros says:

    Não conhecia essa rede até acessar o twitter da @Liciaviana, e por curiosidade ler esse artigo.

    Parece que essas pessoas transportam suas “neuras” para o web e movidas pela intragável vaidade humana, modificam conceitos ao abandonarem a ética.

    Pra mim e outros que viajam todos os meses, é uma excelente ideia. Quantas vezes já cheguei em cidades e ficar sem saber a onde ir.

    Apesar de sido despertado, ficarei com um pé atrás com as informações obtidas. Também achei interessante por ter encontrado o símbolo da igreja que sou membro há 28 anos a foursquare gospel.

    É isso, falei.

    Assis Barros.
    twitter/assisbarros

  • Rebeca says:

    Excelente análise dessa nova ferramenta. Muito mais do que compreender sua utilização mercadológica precisamos perceber como os indivíduos estão se apropriando desses novos meios e deturpando a sua finalidade.
    Parabéns Being!

  • Paulo Victor says:

    Ótimo texto, Bosco, mas falar de uso “indevido” me parece contundente demais. Não há como se considerar algo certo ou errado quando se trata de sociedade – mesmo as leis são passíveis de discussão. Além disso, como você mesmo ressalta, “Jogar, torcer e competir é viciante e faz parte de nossa dinâmica social”, daí decorre o viés egóico que o FS carrega consigo. Eu diria que essa característica é natural, inerente ao homem, e podemos ver amostras desse sintona em qualquer rede social. Por fim, mesmo as tentativas de burlar o sistema também fazem parte de qualquer dinâmica lúdica – para isso existem os cartões amarelos e vermelhos da vida ou mesmo a auto-organização dos atores que a sustentam.

  • izakeline says:

    Bosco, adorei o texto. Uma verdadeira aula. Bom entender direitinho esse aplicativo. Mas, ainda vou demorar um pouco para usá-lo.

  • Bosco Couto says:

    Pois é, acho que quisemos fazer uma provocação, mesmo. O jogo faz parte da rede, e isto é legal, uma grande sacada. Não falamos só do uso indevido, mas explicamos funcionamento da rede. Quando tocamos no jogo foi para ressaltar que as pessoas estão focando na competição e deturpando a beleza do aplicativo. Grato pela participação, Paulo, continue nos visitando!

  • Bosco Couto says:

    Obrigado pelo comentário, Assis!

  • Bosco Couto says:

    Muito obrigado, Izakeline!

  • Alexandre Lutz says:

    Perfeita a avaliação Bosco. Fim, Começo, meio e fim de novo. PARÁBENS!

  • Luciana says:

    Antes de qualquer comunicação, seja ela comercial ou pessoal, há que vir a Ética.
    Parabéns pelo post.

  • Clarisse Ilgenfritz says:

    Ótimo post!

  • Muito bom mesmo, parabéns!

  • Vou contar um segredinho pra você, Bosco! Só entre nós e o Planeta Terra. Quando vi pela primeira vez as pessoas usando o Foursquare, achei uma bobagem. Pra que ficar dizendo onde você está? – pensei. Esse negócio de “I’m at aqui, I’m at ali”. E, por que em inglês? Então vi outras pessoas fazendo a mesma coisa, e conclui: um começou, o outro achou bonitinho e copiou. Que falta de personalidade! Foi quando vi que tinha gente demais fazendo isso e, então, fui perguntar ao tio Google. Putz! Dei-me uma “sorvetada” na testa. Agora, lendo o seu texto, escrito com maestria, por sinal, compreendi melhor a utilidade dessa ferramenta. É isso aí, meu caro. Vivendo, experimentando e aprendendo. Parabéns pela bela explanação.

  • Comentário










    * Campos obrigatórios

    << voltar à página inicial

    • 85 3402.3898


    • Rua Vicente Leite, 725 60170150 Meireles Fortaleza

    © 2011    Being    todos os direitos reservados