Social commerce além do Facebook

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    18 | Oct | 12

    Curtir um produto ou compartilhar uma foto não custa nada. Quando a pessoa gosta da marca, ela já coloca essas ações em prática naturalmente. É a partir daí que o social commerce toma forma, e ele não se limita a ter uma loja virtual no Facebook. Redes como o Pinterest e o The Fancy têm uma proposta que vai além dessa fronteira e realmente mostram onde está o social nesse commerce. Confira no post de hoje.

    A propaganda nas redes sociais é algo que sofre certa rejeição do público. Afinal, ali é um local de troca de ideias, de receber informações, de compartilhar coisas interessantes, não de ser bombardeado com mensagens indesejadas. Mas, entretanto, essa rejeição não se estende quando falamos de fazer compras via redes sociais. A intenção é a mesma ($$), mas a forma como elas podem ser manifestadas são bem diferentes. Com o social commerce, seus clientes estão tendo contato com seus produtos de uma maneira muito mais transparente e em um ambiente destinado especialmente para aquilo.

    No Pinterest, o público está sempre diante de um grande álbum de fotos e se torna curador do conteúdo que recebe diariamente. Para cada produto curtido, outros semelhantes são sugeridos pela rede. O detalhe fica na etiqueta de preço e no link para comprar o produto, uma maneira elegante de vendê-lo. Quando pensamos na imensa audiência do Pinterest e na quantidade de repins que os produtos recebem diariamente, podemos visualizar o alcance que as postagens podem ter e como a rede está conseguindo transformar números em dinheiro.

    Mesmo que não sejam vendidos pelo site, os produtos ainda são compartilhados, desejados, curtidos, repostados, adicionados no quadro “Coisas com a minha cara” e assim por diante. As compras que saem do Pinterest já demonstram ter um ticket médio maior que as originadas via Facebook ou Twitter.

    Outra rede que está crescendo como social commerce é o The Fancy. A rede funciona de forma bem semelhante ao Pinterest, com álbum de fotos e compartilhamento de produtos. Mas também serve como pesquisa para novas compras e para dizer aos amigos o que comprou ou ainda vai comprar.

    Para acompanhar o rumo e não deixar o bonde do social commerce passar, o Facebook está planejando a inserção do botão Querer e Tenho junto ao Curtir. A questão é quando eles vão entrar em cena. Enquanto isso, o crescimento de lojas virtuais dentro do Facebook é constante, um ótimo cenário, principalmente, para pequenos comerciantes com pouca verba para montar uma loja virtual mais robusta ou até mesmo loja física.

    O que vemos é a mudança do comportamento do consumidor e da sua tomada de decisão, que deixa de acontecer somente no ambiente físico e começa a se manifestar também na internet, no celular e nas redes sociais. E a tendência é que este tipo de ecommerce se aperfeiçoe cada vez mais e que haja mais integração entre as redes. Afinal, todas elas servirão para o mesmo propósito: envolver o consumidor e transformá-lo em um divulgador da sua marca.

    Acompanhe mais notícias sobre social commerce nas redes da Being! @beingmkt e Being.Marketing. Até a próxima!

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