Mascotes, personagens de marca e storytelling

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    15 | May | 12

    Entre o final do século XIX e começo do XX, as técnicas de impressão avançaram, e os primeiros anúncios publicitários que uniam texto e imagem começaram a circular pelo mundo. Foi assim que as embalagens, com belas imagens e personagens carismáticos, começaram a conquistar o coração e a atenção dos consumidores no ponto de venda. É nesse contexto que nascem os primeiros personagens de marca.

    Existem cinco tipos de personagens de marca: os personagens-signo, os mascotes, os licenciados gráficos, os humanos ficcionais e os humanos reais. Cada um possui uma característica própria, que pode ser adequada à estratégia de marketing de diferentes marcas, sendo alguns mais utilizados em peças gráficas e outros mais ligados à figura humana. Nesse post, daremos ênfase às mascotes.

    Os mascotes são personagens criados para ter vida própria. Eles trabalham junto à marca e servem para reforçar de maneira divertida e educativa os valores de uma empresa. Há uma divisão interna entre os tipos de mascotes: os personagens-produto, que são usados para representar apenas um item (por exemplo, o homem azul dos Cotonetes Johnson & Johnson); e os personagens-gama, que perpassam por um grande número de bens oferecidos por uma empresa (como o frango veloz, que representa vários produtos da Sadia).

    Mascotes podem se apresentar em estabelecimentos, em comerciais de TV e em anúncios impressos, fornecendo um grande leque de possibilidades de crossmedia. Um exemplo é o sapo Joca Sapeca, mascote do Engenhoca Parque Ecoeducativo. Joca se apresenta tanto nas peças gráficas quanto nas redes sociais da empresa. Quem for ao parque com a família, em Aquiraz, também pode ver o sapo passeando e tirar fotos com ele.

    Joca em ação no shopping Iguatemi.

    Os mascotes, por serem personagens, também podem ser protagonistas de estratégias de storytelling e transmídia. The King, mascote da rede de fast food Burger King, é um bom exemplo. Ele já foi protagonista de inúmeras campanhas que despontaram através de anúncios de TV e impressos, além de jogos (os chamados advergames, que já foram assunto aqui no blog da Being) e outras mídias que contavam histórias de maneira integrada.

    Os personagens funcionam como mediadores entre marca e consumidor, e as mascotes possuem uma característica importante para essa relação: o carisma. Toda marca possui uma missão, tal qual o protagonista de uma história. O mascote, como representação físico-psicológica de uma empresa, pode ser um ótimo personagem para ser usado em ações de storytelling. Pense nisso!

    Quer saber mais sobre a arte de contar histórias vinculadas às empresas? Participe do Café com Marketing sobre Storytelling e Transmídia, com o professor da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), Bruno Scartozzoni. Saiba mais e inscreva-se.

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    Até a próxima.

    Fontes: 1|2|3 — Imagens: Google

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